terça-feira, 13 de março de 2018
Filmes do Studio Ghibli [Cinema]
É corretíssimo falar que um dos maiores estúdios de animação do mundo é o Studio Ghibli. Foi lá que o grande gênio, tão conhecido pelos apreciadores dessa arte, Hayao Miyazaki, apareceu para o mundo.
Por conta da sua grande importância e relevância para o cinema e para a área da animação é de grande valia conhecer toda a história de produção das grandes obras desse estúdio. Este post é para isso. Segue abaixo todos os filmes feitos pelo Studio Ghibli desde quando ainda nem se chamava assim.
Produzirei, na medida do possível, uma maratona de críticas de cada um dos filmes aqui apresentados. Aguardem!
Pré-Ghibli:
1968 – Horus: O Príncipe do Sol
1972 – Panda! Go, Panda!
1979 – Lupin III: O Castelo de Cagliostro
1981 – Chie, a pirralha
1984 – Nausicaä do Vale do Vento
Filmes Ghibli:
1986 – Laputa: O Castelo no Céu
1988 – Meu Vizinho Totoro
1988 – Túmulo dos Vagalumes
1989 – O Serviço de Entregas de Kiki
1991 – Only Yesterday
1992 – Porco Rosso
1993 – Ocean Waves
1994 – Pom Poko
1995 – Whisper of the Heart
1997 – Princesa Mononoke
1999 – Meus vizinhos Os Yamadas
2001 – A Viagem de Chihiro
2002 – O Reino dos Gatos
2004 – O Castelo Animado
2006 – Contos de Terramar
2008 – Ponyo
2010 – O Mundo dos Pequeninos
2011 – Kokuriko-Zaka Kara
2013 – Vidas ao Vento
2013 – O Conto da Princesa Kaguya
2014 – As Memórias de Marnie
2014 – Ronja, a Filha do Ladrão (Série)
Relacionados:
2013 – Arrugas (Distribuição)
2013 – The Kingdom of Dreams and Madness (Documentário)
2016 – A Tartaruga Vermelha (Coprodução)
As fontes desse post foram retiradas do site Studio Ghibli Brasil.
sexta-feira, 9 de março de 2018
A Bela e a Fera [Cinema]
O clássico foi recontado. A Bela e a Fera é uma história de fadas originalmente escrita por Madame de Beaumont e Madame de Villeneuve. Esse clássico foi no ano de 1991 lançado pela Disney em uma animação primorosa que fez, e ainda faz, muito sucesso.
No ano de 2017, mais uma vez, somos apresentados a essa história em um filme live action. Uma das versões mais recentes, live action, foi o filme francês homônimo lançado em 2014.
Emma Watson interpreta Bela e a Fera fica a cargo de Dan Stevens. Outros personagens clássicos como Gastão e os objetos falantes estão muito bem representados.
O filme tem vários números musicais o que podemos até classifica-lo como um musical.
O enredo não foge da história clássica. Um príncipe é amaldiçoado a se tornar um ser bestial de modo que só poderá voltar à forma humana quando conhecer o amor novamente. Uma jovem da vila mais próxima acaba entrando em contato com tal fera, esta a toma como prisioneira e ambos passam a compartilhar muito de suas vidas, de modo que a convivência leva a essas criaturas tão “diferentes” perceberem que têm tanta coisa em comum, por exemplo o gosto pela literatura.
O filme é emocionante e muito romântico. O final também não é diferente, mas pelo direcionamento do roteiro acabei até achando que viria algo diferente, mas o diretor não quis correr o risco de fazer algo diferente do clássico.
Compilando tudo, é um filme mediano, bom para se divertir, mas sem nada extraordinário.
Recomendo, mas caso já tenha visto a história não tenha grandes expectativas.
Até!
No ano de 2017, mais uma vez, somos apresentados a essa história em um filme live action. Uma das versões mais recentes, live action, foi o filme francês homônimo lançado em 2014.
Emma Watson interpreta Bela e a Fera fica a cargo de Dan Stevens. Outros personagens clássicos como Gastão e os objetos falantes estão muito bem representados.
O filme tem vários números musicais o que podemos até classifica-lo como um musical.
O enredo não foge da história clássica. Um príncipe é amaldiçoado a se tornar um ser bestial de modo que só poderá voltar à forma humana quando conhecer o amor novamente. Uma jovem da vila mais próxima acaba entrando em contato com tal fera, esta a toma como prisioneira e ambos passam a compartilhar muito de suas vidas, de modo que a convivência leva a essas criaturas tão “diferentes” perceberem que têm tanta coisa em comum, por exemplo o gosto pela literatura.
O filme é emocionante e muito romântico. O final também não é diferente, mas pelo direcionamento do roteiro acabei até achando que viria algo diferente, mas o diretor não quis correr o risco de fazer algo diferente do clássico.
Compilando tudo, é um filme mediano, bom para se divertir, mas sem nada extraordinário.
Recomendo, mas caso já tenha visto a história não tenha grandes expectativas.
Até!
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terça-feira, 6 de março de 2018
A Balada do Café Triste [Livro]
Como é uma vida triste na qual se vive por viver, mas em que boa parte, a maioria, da tristeza vem de você e não dos outros à sua volta?
Seria mais ou menos essa a ideia desse livro. A Balada do Café Triste, de autoria de Carson McCullers e lançado no Brasil pela Jose Olympio, foi a minha escolha para a categoria “Um livro triste” do desafio livrada desse ano (Categoria de 2017 – para entender veja aqui).
No romance somos apresentados a uma senhora que vive em uma casa modificada para comércio. Um galpão onde se vende comida e bebida. Ela não é muito de conversar e nem de muitos amigos, é uma pessoa fria que vive quase que completamente na solidão não fosse por conta de seu trabalho como comerciante. Vez ou outra no livro a autora arremete o leitor a lembranças do passado, já apresentando a personalidade forte da protagonista.
Em certa noite, chega em sua casa um corcunda que se identifica como seu primo, surpreendentemente a dona do comércio o recepciona e o passa a trata-lo como da família. Os anos se passam e, após conhecer o comportamento do corcunda, vemos a transformação daquele galpão para um café.
Até que a partir da metade do livro vários acontecimentos levam a um final dramático e deprimente. Um certo personagem aparece e acaba desestabilizando ainda mais o emocional da nossa protagonista.
Frieza de espírito, egoísmo, traição e violência marcam esse livro que acaba por ter um final, realmente, triste. A peculiaridade do título desse livro fica por conta de uma única cena do romance que foi posta lá pela característica marcante da autora que adorava escrever com toques musicais, sendo incorporados às suas histórias.
Caso espere um final feliz, queira ter uma leitura leve, agradável, descontraída, não leia esse livro. Essa é minha dica de hoje.
Até!
Seria mais ou menos essa a ideia desse livro. A Balada do Café Triste, de autoria de Carson McCullers e lançado no Brasil pela Jose Olympio, foi a minha escolha para a categoria “Um livro triste” do desafio livrada desse ano (Categoria de 2017 – para entender veja aqui).
No romance somos apresentados a uma senhora que vive em uma casa modificada para comércio. Um galpão onde se vende comida e bebida. Ela não é muito de conversar e nem de muitos amigos, é uma pessoa fria que vive quase que completamente na solidão não fosse por conta de seu trabalho como comerciante. Vez ou outra no livro a autora arremete o leitor a lembranças do passado, já apresentando a personalidade forte da protagonista.
Em certa noite, chega em sua casa um corcunda que se identifica como seu primo, surpreendentemente a dona do comércio o recepciona e o passa a trata-lo como da família. Os anos se passam e, após conhecer o comportamento do corcunda, vemos a transformação daquele galpão para um café.
Até que a partir da metade do livro vários acontecimentos levam a um final dramático e deprimente. Um certo personagem aparece e acaba desestabilizando ainda mais o emocional da nossa protagonista.
Frieza de espírito, egoísmo, traição e violência marcam esse livro que acaba por ter um final, realmente, triste. A peculiaridade do título desse livro fica por conta de uma única cena do romance que foi posta lá pela característica marcante da autora que adorava escrever com toques musicais, sendo incorporados às suas histórias.
Caso espere um final feliz, queira ter uma leitura leve, agradável, descontraída, não leia esse livro. Essa é minha dica de hoje.
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sexta-feira, 2 de março de 2018
Extraordinário [Cinema]
Extraordinário é um filme impossível de não se emocionar.
Baseado no romance homônimo (em inglês Wonder) de R. J. Palacio, narra a história de August Pullman, Auggie para os íntimos, que nasceu com várias deformações faciais o obrigando a fazer várias cirurgias, não só plásticas, mas também pra ajudá-lo a respirar, escutar, comer, etc, etc. Após várias cirurgias e anos de educação em sua casa, tendo sua mãe como professora, chegou a hora de estudar em uma escola de verdade, com outras crianças! Auggie teria que superar mais um desafio. Esse é o plot do livro e do filme.
O longa é uma adaptação bem fiel à obra original, cheio de referência nerd atual: como Minecraft, Star Wars (as cenas de referência desse universo são uma das melhores e mais engraçadas do filme) e MMOs. Além disso, o filme é narrada pelo ponto de vista dos vários personagens que rodeiam Auggie (assim como no livro), mas sem tirar o menino do ponto central.
Claro que nem tudo foi adaptado perfeitamente. O Auggie não parece tão horrível quanto é detalhado no livro. Mas isso seria de se esperar quando a classificação etária é de 12 anos.
O Bulling também é abordado no filme e mesmo não sendo tão grave ou impactante como os vários casos e acabamos tendo contato através dos telejornais passa a mensagem necessária, visando uma reflexão da sociedade em torno dessa prática cada vez mais comum no ambiente escolar.
O Bulling também é abordado no filme e mesmo não sendo tão grave ou impactante como os vários casos e acabamos tendo contato através dos telejornais passa a mensagem necessária, visando uma reflexão da sociedade em torno dessa prática cada vez mais comum no ambiente escolar.
É um filme com uma lição emocionante, mas também tão simples, mas que ainda assim causa certa comoção por todos aqueles que o assistem: A beleza verdadeira está dentro de cada um, independente de sua aparência física.
Auggie, apesar de sofrer com sua condição, não vive refém da mesma. Ao longo do longa ele vai ganhando confiança até chegar o momento de fazer piada com sua aparência! E isso também é uma indicação de seu desenvolvimento como pessoa. Claro, às vezes a autoestima cai, mas ele acaba sempre buscando dar a volta por cima.
Ao final temos um final emocionante, impossível não chorar, com uma mensagem a ser gravada em nossos corações. Uma história simples, mas rica de sentimento. Recomendo fortemente assistir ao filme e, caso tenha filhos, leve-os com você!
O que você achou? Leu o livro? Viu o filme? Comenta e compartilha! Até!
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